30 Anos no Caminho da Montanha

Diário de uma imersão antropológica e espiritual pela China

Capa do livro 30 Anos no Caminho da Montanha

Um relato essencial, não apenas sobre a China contemporânea, mas para qualquer pessoa que acredite que viajar não é apenas deslocar o corpo, mas reescrever a própria alma.

Mais do que uma leitura, uma viagem pela China

Mapa da China traçando a rota da viagem por Changzhou, Wudang e Shanghai

Em "30 Anos no Caminho da Montanha", Nino Rhamos nos leva a uma jornada por fatos e memórias que desafiam limites e as armadilhas culturais.

Das ruas cosmopolitas e hipermodernas de Shanghai aos becos ancestrais de Suzhou; da surpreendente “amizade social” experimentada nas pensões de Changzhou até o exaustivo e solitário desafio de escalar os degraus infinitos da montanha sagrada de Wudang.

Registros fotográficos do cotidiano e arquitetura chinesa

Contudo, a maior descoberta não está apenas nos murais geográficos ou nos recintos acadêmicos, mas na atitude contínua de uma montanha sonora que ensina ao pesquisador que o lugar que ele passou a vida inteira buscando já tinha sua morada.

O autor Nino Rhamos em paisagens montanhosas da China

O relato detalhado e emocionante da vida real.

Foram 30 anos buscando aquelas ruas.

Visão interna das páginas do livro

Com uma escuta atenta à precisão da observação etnográfica e à sensibilidade poética de quem se permite ser transformado, o autor desvenda a complexa teia que une o indivíduo e o coletivo na sociedade chinesa.

Escute a trilha sonora da viagem enquanto
percorre os canais milenares de Suzhou

Nino Rhamos é natural do Rio de Janeiro. Cientista social e mestre em Antropologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), possui também formação musical pela Escola de Música Villa-Lobos. É autor do livro Xondaro Guarani: arte marcial, performance e política, além de diversos artigos acadêmicos. Sua pesquisa de doutorado se dedica a investigar questões sobre alteridade e o cinema chinês do início do século XX.

Além dos estudos antropológicos, o autor cultiva um vínculo profundo com a cultura chinesa há mais de 30 anos — uma trajetória iniciada pelo taoísmo que antecedeu o interesse intelectual, fazendo deste livro a síntese de um olhar que transita entre o critério acadêmico e a experiência de uma vida.